NOTA SINTE/SC – UNIDADE CLASSISTA

Os ataques à classe trabalhadora não tem fim. O ilegítimo governo Temer (PMDB/PSDB) segue sendo alvo de denúncias gravíssimas e com apoio dos setores que assaltam nossos direitos (uma verdadeira quadrilha está no poder) e querem destruir qualquer possibilidade futuro. Os dois conjuntos de ataques, a reforma trabalhista e a reforma da previdência pública nos afetam diretamente e toda a classe trabalhadora e os mais pobres, continuam na pauta de votação, com total apoio dos setores empresariais, da mídia, de toda burguesia ( FIESC, CNI, FeComercio, Rede Globo, RBS, etc. ). Continuar lendo

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PCB REORGANIZADO EM JOINVILLE: AVANÇA A RECONSTRUÇÃO REVOLUCIONÁRIA EM SC

WhatsApp Image 2017-06-24 at 20.20.58Joinville
E o partido volta
à terra mais proletária
das catarinas.
Éramos Schultz,
agora Henriques, Marias,
agora Carinas.
Camaradas do mesmo suor vermelho
e a garra feita de sangue.
Voltamos
porque nossos sonhos não terminam.
E o partido renasce
em terra de flores
e de trabalhadores.
Robson Ceron

No dia 24 de Junho de 2017, mais de 25 anos depois o PCB volta a estar organizado na principal cidade catarinense. Joinville é o principal centro operário de SC e dos mais importantes do Brasil, constitui-se num do principais polos metal-mecânico.

Cidade que tem a luta de classes de forma aberta, sempre com gestores vinculados aos empresários, quando não são os próprios empresários que a administram.

A reorganização do PCB em Joinville é mais um importante passo para a consolidação de nossa organização em Santa Catarina, e se dá como parte do processo de Reconstrução Revolucionária. Processo que se iniciou em 1992 e que segue firme em todo o Brasil.

Isso é mais significativo quando estamos em processo tão profundo de ataques aos trabalhadores, como os que vivemos sob a égide do ilegitimo Governo Temer, e que temos a necessidade de preparar e organizar a resistência dos trabalhadores para que possamos derrotar as reformas trabalhista e previdenciária.

O PCB em Joinville estará ao lado de todas as lutas em prol da classe trabalhadora, no combate a todas as formas de opressão, na defesa dos direitos da juventude, e no apoio incansável aos movimentos populares em luta por melhores condições de vida e de enfrentamento ao capital.

É Força, Ação! Aqui é o Partidão!

De Norte a Sul e no País Inteiro,

Viva o Partido Comunista Brasileiro!

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Colombo e o Capital: as negociações corruptas dos capitalistas com o governo catarinense

Nota política do Comitê Regional do Partido Comunista Brasileiro de Santa Catarina

A conjuntura é das mais duras para os trabalhadores no Brasil, com uma quadrilha administrando o país e o Congresso Nacional e com o Judiciário agindo como garantidor de todas as medidas anti-povo que vem sendo aplicadas.

raImundo

As delações da JBS atingiram também o governo de SC, expondo a realidade de um governo que dizia ser símbolo de boa gestão. As delações custaram o cargo do secretário da fazenda, Antonio Gavazzoni, mesmo com toda a blindagem midiática que o governador Raimundo Colombo tem.

O governo Colombo (PSD) realizou o ajuste fiscal antes do governo federal, pois vem sistematicamente retirando direitos dos servidores estaduais e precarizando suas condições de vida. Foi também este governo que entregou a gestão dos Hospitais públicos às OS’s (privatização mascarada) e que tem levado a cabo toda a reorganização escolar, fechando diversas escolas no estado.

Soma-se a tudo isso os bilhões de reais em isenções para as grandes empresas, que só comprovam o real caráter de classe burguesa desse governo.

De fato, as delações da Odebrecht e da JBS só demonstram a relação umbilical entre lideranças políticas do estado e os capitalistas, tudo em prejuízo do povo catarinense. O que também está em jogo é a manutenção da CASAN e da CELESC como empresas públicas, pois como demonstram as delações, estas são usadas como moeda de troca nas “doações” eleitorais (na verdade empréstimos, cobrados com juros e correção monetária) dos grandes empresários ao Colombo e a diversos partidos da ordem, dentre eles PSDB e PT.

Isso tudo mostra a falência do regime político vigente, que governa para o grande capital e não pode nem quer atender as necessidades de nosso povo. Nós do PCB entendemos que somente com a luta organizada dos trabalhadores é que poderemos nos livrar desses corruptos e construir uma real alternativa emancipatória para o nosso povo.

Fora Governo Entreguista e Corrupto, Fora Colombo!

Lutar, Criar, Poder Popular!

 

 

 

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Nota de solidariedade ao estudante Vitor Rodrigues Fregulia

Abaixo à repressão policial e ao governo corrupto e golpista!

O dia 24 de maio está marcado na história como um dia de resistência e luta da classe trabalhadora e da juventude brasileira. O movimento Ocupa Brasília, que reuniu mais de 150 mil pessoas na Capital Federal, enfrentou nas ruas o governo golpista de Michel Temer e foi duramente reprimido. A violência policial chegou a um estágio alarmante: armas letais foram utilizadas contra manifestantes, um aparato de guerra foi montado na esplanada dos ministérios e o saldo negativo foram dezenas de lutadores e lutadoras sociais feridos. O dia também foi marcado pela promulgação do decreto assinado pelo golpista Temer convocando as Forças Armadas, para “garantir a lei e a ordem” em Brasília. Continuar lendo

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Cotas Raciais Não Bastam!

18588829_1674235596217847_7935174575134132452_oNota sobre a situação dos negros cotistas na UFSC.

Por Coletivo Negro Minervino de Oliveira – Florianópolis

A ampliação de vagas nas universidades públicas brasileiras é fruto de um projeto arquitetado pelo capital para maquiar uma falsa inclusão e expulsar os filhos da classe trabalhadora pela porta de trás deste espaço. Este é um dos aspectos da precarização do ensino público, que engloba muito mais faces como a privatização, a falta de políticas de permanência, os monopólio da educação e a produção de ensino, pesquisa e extensão que não dialoga com as necessidades materiais da classe trabalhadora. Continuar lendo

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Nota de Solidariedade a Adilson Mariano! Contra a perseguição política aos lutadores!

Não nos estranha que o Governo de SC, liderado por Colombo (PSD) continue a perseguir trabalhadores, ao contrário, essa tem sido a tônica de sua política, promover ataques ferozes aos direitos dos trabalhadores e perseguir aqueles que se posicionarem contra essas medidas.
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FORA COLOMBO! – Derrotar o governo Colombo e construir a greve geral!

FORA COLOMBO!

Derrotar o governo Colombo e construir a greve geral!

 

O ano de 2017 se inicia numa perspectiva nebulosa para os/as trabalhadores/as catarinenses. A crise econômica do capital se agrava e a conta vai sendo repassada de forma cada vez mais veloz e avassaladora para que a classe trabalhadora arque com os custos da crise. O governo de Raimundo Colombo procura passar a imagem de que Santa Catarina é uma ilha de prosperidade no Brasil, pois, segundo o oficialismo, aqui os salários dos servidores públicos ainda são pagos em dia e a dívida pública está “sob controle”.

Nada mais falso. O que a realidade mostra é que a economia catarinense está em grave recessão, com quedas consecutivas no PIB de -4,6% em 2015 e de -5,2% em 2016, o que na média apresenta dados econômicos ainda mais críticos que os expressos no PIB nacional, no mesmo período.

O desemprego aumentou 47,2% entre os anos de 2015 e 2016. A estatística tende a se agravar ainda mais com as denúncias das práticas criminosas impetradas pela “indústria da carne”, que na busca pelo lucro atenta contra a segurança alimentar da população. Este ramo, que desrespeita os direitos dos trabalhadores e que lidera o ranking em acidentes e doenças do trabalho, agora ameaça  o emprego de 60 mil trabalhadores/as. Junto com o aumento do desemprego, a renda do trabalhador catarinense também caiu nos últimos anos.

A violência dispara. Além do crescimento e do controle do crime organizado de regiões inteiras das maiores cidades do estado, Santa Catarina conta com a sétima polícia que mais mata no Brasil. A criminalização da pobreza é uma política de estado do governo Colombo.

As escolas encontram-se em condições totalmente precárias.  A estrutura física da maioria absoluta das escolas estaduais apresenta problemas da parte elétrica, estrutural, de luminosidade e questões que comprometem a segurança e a saúde tanto de alunos quanto de professores. Os docentes estão com seus salários congelados e tiveram a sua carreira destruída.

A saúde pública também foi desmontada no governo Colombo, que desde 2012 repassou a administração dos hospitais públicos para o controle privado das Organizações Sociais (OS’s) . Com este modelo, o repasse do estado aumentou para a área e os serviços diminuíram e pioraram consideravelmente. É o caso do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que a Organização Social SPDM, uma empresa de São Paulo, assumiu e desde então triplicou o custo do serviço para os cofres públicos.

O bloco conservador que sustenta o governo Colombo é formado por, entre outros partidos, o PSD, PMDB, PP, PSDB, PSB e o PCdoB, e tem buscado consolidar este projeto antipopular. Uma das medidas que mostra para quem Colombo governa se revela na proposta orçamentária de 2017, enviada pelo executivo ao legislativo no ano passado. Nesta proposta, os benefícios fiscais concedidos para as empresas correspondem ao equivalente a R$ 5,4 bilhões de reais, valor superior à previsão de investimentos em saúde (R$ 2,2 bilhões) e educação (R$ 4,7 bilhões), e correspondem a 41% das despesas com a folha de pagamento do funcionalismo público.

Colombo conta com uma forte blindagem midiática gerenciada pelos grandes meios de comunicação do estado, que fazem com que suas pedaladas fiscais, a utilização irregular de cerca de R$ 1 bilhão de recursos da CELESC – que acarretou em um pedido de impeachment que foi protocolado na ALESC por 29 entidades no final do ano passado – e a sua citação nas delações da Odebrecht, em um suposto esquema para privatização da Casan, não se desdobrem em uma campanha de desestabilização do seu governo.

Nós, do Partido Comunista Brasileiro, sabemos que combater a hegemonia burguesa em Santa Catarina não é tarefa fácil. Não acreditamos em saídas pactuadas e/ou negociadas com o capital. Não será com mais capitalismo que serão resolvidos os problemas dos trabalhadores e do povo. Compreendemos que vivemos no Brasil, e em especial em Santa Catarina, um momento histórico importante para a organização e mobilização da classe trabalhadora. Para tanto, devemos seguir mobilizados e organizados junto aos  movimentos de contestação à ordem capitalista.

Compreendemos que as transformações não ocorrerão dentro dos limites da democracia burguesa, mas pelo estabelecimento de um verdadeiro governo popular que se fundamente em formas de democracia direta e dê voz de fato à maioria da sociedade e, principalmente, aos/as trabalhadores/as.

Por isso, conclamamos os/as trabalhadores/as do setor público e privado, além dos movimentos, partidos e organizações de esquerda e populares de Santa Catarina, que não se alinharam ao canto da sereia do capital, a envidar esforços para a construção de uma GREVE GERAL  que paralise diversos setores da economia, principalmente o setor produtivo, para atingir de forma contundente os interesses capitalistas. Não há outra saída que construir um programa comum, formalizar uma articulação unitária, privilegiando seus esforços de unidade nas ações no movimento de massas.

É hora de afirmar que a vida não pode ser garantida pelo mercado: saúde, educação, moradia, transporte e outros serviços essenciais não podem ser mercadorias, são direitos e devem ser garantidos pelo fundo público que está sendo utilizado prioritariamente para subsidiar e apoiar os grandes monopólios capitalistas e os grandes bancos. Sabemos, portanto, que a GREVE GERAL é necessária e as condições objetivas são evidentes. Trata-se agora de, em todos os espaços de trabalho, estudo, moradia e nos movimentos sociais, convencer a classe a movimentar-se para si. Vamos à luta!

NOSSAS BANDEIRAS:

  • Abaixo o golpe da terceirização: pela anulação imediata do PL 4302!
  • Não à criminalização dos movimentos populares!
  • Desmilitarização da polícia!
  • Pela estatização dos transportes públicos, da saúde e da educação, sob controle dos trabalhadores!
  • Terra e teto para quem trabalha!
  • Contra as políticas antipopulares e pró-capital do Governo Colombo!
  • Em defesa da CASAN e da CELESC 100% estatal, sob o controle dos trabalhadores!
  • Pela democratização da mídia! Abaixo o monopólio dos meios de comunicação!
  • Contra as reformas da previdência e trabalhista!
  • Pela construção do Poder Popular e do Comunismo!

FORA COLOMBO!

CONSTRUIR A GREVE GERAL!

NENHUM DIREITO A MENOS!
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PCB Santa Catarina

 

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