Nota da Unidade Classista – Assembleia Estadual do Sinte (18/03)

NENHUM DIREITO A MENOS, NA LUTA AVANÇAR NAS CONQUISTAS!

Os(as) educadores(as) catarinenses sofreram mais um duro golpe em seus direitos. Com o rebaixamento do reajuste anual do piso, feito pelo MEC, em conluio com as Secretarias de Educação de todos os estados, a desvalorização do magistério segue seu curso. Se a Lei do Piso já vinha sendo descumprida sistematicamente pelos estados, agora ela começa a ser desmontada, com perdas de direitos que sequer foram garantidos na prática.

O Governo Colombo, seguindo a mesma linha de políticas anti-educação implementadas pelo Governo Dilma, segue firme na condução de ações que tem por objetivo o desmonte da educação no estado de Santa Catarina. As políticas de municipalização do ensino fundamental, de terceirizações, de destruição da carreira do magistério, de falta de infraestrutura nas escolas, e de uma democracia de fachada são algumas das marcas do atual governo.

Nós da Unidade Classista compreendemos que o momento é de luta e de mobilização. Apesar da conjuntura exigir a luta, o que vemos por parte da atual direção do Sinte (de hegemonia cutista) é um distanciamento cada vez maior da base do sindicato, com práticas cupulistas, autoritárias e de conciliação com o Governo Colombo, futuro candidato dos setores cutistas na próxima eleição para o governo do estado. A desconfiança com a atual direção na condução da categoria é legitima e se revela verdadeira pelas práticas anti-trabalhadores que a mesma vem desenvolvendo. Mas o tempos que vivemos também trazem a esperança para quem não abandonou a luta. As greves dos Garis (no Rio de Janeiro) e dos Rodoviários (em Porto Alegre) mostraram que quando a base da categoria sustenta a luta, e a organiza de forma consequente e organizada, pode ser vitoriosa, passando por cima de direções pelegas, governos autoritários e de todo o aparato repressivo que vem sendo utilizado para reprimir as lutas dos(as) trabalhadores(as) no país.

Somos contra a “greve” de fachada promovida pela CNTE/CUT que é um verdadeiro faz de conta, e só serve para fazer o jogo dos governos. Não há nenhum exemplo na história de luta dos trabalhadores de uma greve que tenha sido vitoriosa com dia e hora para acabar. Defendemos a construção de um movimento de luta neste ano de 2014, e entendemos que taticamente o momento mais propício para a construção de uma greve é o período próximo a Copa do Mundo.

Reforçamos o MOVIMENTO SINTE PELA BASE e entendemos que a organização deste instrumento de organização e mobilização dos (as) trabalhadores(as) é uma das ações fundamentais para a construção de um sindicato que aponte para uma educação e uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária: a sociedade comunista!

contato:unidadeclassistasc@gmail.com

site: www.unidadeclassista-sc.blogspot.com.br

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Até a vitória, sempre!
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