Memórias de Álvaro e dos Ventura de Sambaqui e Barra do Sambaqui


Álvaro Ventura em 12.5.1981, Armação (Florianópolis-SC). Foto: Tarcísio Mattos. Acervo: Celso Martins

Gravem esse nome: Manoel da Ventura, português que ganhou do governo de Portugal 140 braças de terras nas imediações da fortaleza de São José da Ponta Grossa, muito antigamente. Dele descendem os Ventura que residem em Sambaqui e na Barra do Sambaqui, além dos Rocha e outros sobrenomes conhecidos.

O assunto surgiu por acaso, quando reencontrei após muitos anos a poetisa e teatróloga Maura Soares, sempre envolvida nos assuntos do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, durante a posse do historiador Sérgio Luiz Ferreira na instituição. Foi ela quem fez as honras da casa como mestre de cerimônias.

Eu a conheci em 1995 no lançamento do livro “Os Comunas”, na Assembléia Legislativa, quando se apresentou como sobrinha-neta do personagem central do livro, Álvaro Soares Ventura, estivador, deputado constituinte em 1934 e secretário geral do PCB, partido que ajudou a fundar em Santa Catarina.

Sobrinha-neta

Maura Soares, sobrinha-neta de Álvaro Ventura. Foto: Celso Martins

Desde então não havia mais me avistado com ela. No último dia 11.4, no reencontro no IHGSC, ela comentou que havia escrito um artigo com base no livro e nas memórias da família sobre Álvaro. Pedi que ela encaminhasse o texto ao Daqui na Rede, o que fez no mesmo dia. Respondi, citando a presença de muitos integrantes da família Ventura em Sambaqui e na Barra do Sambaqui.

Desse diálogo surgiram algumas revelações, entre elas que as convicções políticas de Álvaro o afastaram da família ou de alguns familiares. A memória de Maura tem como referência muito do que ouviu de seu pai, João Auta Soares, prêmio de Operário-Padrão de Santa Catarina e m 1968, eletricista da Celesc, ex-estivador em Santos-SP.

João Auta era filho de Luiz Soares Ventura, irmão de Álvaro. “Meu avô e o irmão pouco se falavam e isto está citado no livro do meu primo Elivaldo Soares, que até hoje não editou, onde conta a história da nossa família, romanceada, desde Manuel da Ventura”, escreveu Maura.

Os parentes

“Meu pai falava dos parentes”, acrescenta. “Não se visitavam, sei lá porquê” e que residiam “na região de Santo Antônio e Sambaqui”. Qual o motivo? “O que sei é que os dois irmãos quase não se falavam e os seus descendentes atribuíam isso ao fato do nosso Álvaro ser comunista, naquele tempo em que no Brasil era ser colocado no limbo”.

Entretanto, ao procurar conhecer melhor “na vida dessas criaturas, a gente vê que foram trabalhadores, honestos, católicos mais ou menos”, acrescenta Maura, que recorda “dele aqui no Bom Abrigo. Morava com uma das filhas da tia Ana casada com Silva, irmã dele, que tinha os filhos Rosélio, Risoleto, Rubens (era da Loja Maçônica, aquela perto do Campus da UFSC), Rosita e Romeu (este fazia maquetes). Risoleto era desenhista projetista”.

Foi mais ou menos por esse tempo que Álvaro viajou a Moscou para operar os olhos, deslocamento mantido em sigilo pelo PCB, mas “todos ficamos sabendo, tudo pago pelo partido”. Maura guarda a lembrança de Álvato Ventura no Bom Abrigo “carregando pesadas sacolas de compras”. Depois que Ventura se mudou para a Armação, no Sul da Ilha, seu pai foi visitá-lo.

Os textos

Publicamos a seguir, na íntegra, o texto elaborado por Maura Soares falando de seu tio-avô, Álvaro Ventura. Em outra postagem vamos publicar o artigo do historiador Sérgio Luiz Ferreira, também ele um descendente de Manoel, sobre como um ramo dos Ventura se tornou a numerosa e bem quista família Rocha de Sambaqui. (C. M.)

ÁLVARO SOARES DA VENTURA – O COMUNISTA

Por Maura Soares*

Na juventude

Álvaro Soares da Ventura, ou Álvaro Ventura, nasceu em setembro de 1893 e foi o sexto filho do casal Bernardino e Jesuína, num total de 12 filhos registrados, mas que pela tradição oral familiar teriam sido 21. Alguns morreram de tifo, outros de varíola. Quase todos foram marítimos ou estivadores.

Álvaro teve várias profissões, sempre usando a força de seus braços. Foi tropeiro, aprendeu a manejar laços, montar e a conduzir gado, tendo trabalhado levando mercadorias e gado pelas estradas catarinenses.

Depois de certo tempo foi para São Paulo. A vida era dura e Álvaro se integrou ao movimento anarquista, tendo aprendido diversos ofícios tais como carpinteiro, marceneiro, pedreiro, alfaiate, padeiro, encanador, latoeiro e outros.

Estas habilidades aprendidas na prática, pode-se verificar em seus descendentes, pois seus sobrinhos-netos também têm propensões para eletricistas, encanadores etc. Seu sobrinho João Auta Soares, filho de Luiz – o Duca – tinha a habilidade com canivete em fazer pequenos entalhes em madeira, esculpindo figuras.

Como se vê, embora não tendo feito cursos específicos, o sentido do saber na prática passa de uma para outra geração.

Podemos dizer que dos SOARES DA VENTURA até a primeira década do século 20 e durante mais de 40 anos, Álvaro foi o único que se destacou nas lides político-partidárias, embora seu pai já tivesse encabeçado movimentos para a melhoria social.

A família de Álvaro

Eliza

Sua militância começou em 1914, em São Paulo, junto com anarquistas, mas já quatro anos antes liderava em Florianópolis.

Em 1910, em Florianópolis, Ventura teve envolvimento com a polícia. Seu discurso na Praça Fernando Machado reivindicando oito horas de trabalho, incomodou as autoridades e ele foi detido.

Com o advento da 1ª. Guerra Mundial começaram em 1917 e 1918 a pipocar greves em São Paulo e o movimento trabalhista invocava os lemas “abaixo a guerra” e “abaixo o derramamento de sangue”. Álvaro teve contato com os principais líderes, todos anarquistas ou socialistas pré-marxistas, como Edgard Leuenroth, Everardo Dias, Benjamin Mota, José Oiticica e Astrogildo Pereira.

Álvaro também teve participação em greves tais como a dos padeiros em São Paulo, tendo sido penalizado com sua deportação para Mato Grosso. Lá ele trabalhou numa fazenda da Companhia Mate-Laranjeira, que iniciava a construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré.

Nessa época conheceu aquela com quem iria se casar. Eliza Arseno Espíndola era casada com um músico do Exército que estava desaparecido e ela o foi procurar onde Álvaro estava, em Mato Grosso. Eliza tinha duas filhas Nair e Aída. A história não conta se o músico foi encontrado ou não, só que Álvaro casou com Eliza no início dos anos 20, em Florianópolis e João, seu único filho com Álvaro, nasceu em 1926.

Sua vida foi marcada por encontros e desencontros com o partido comunista.

Irmão

Rompido com os anarquistas, Álvaro acabou se filiando ao PRC (Partido Republicano Catarinense). Ventura teve participação destacada na campanha popular em favor de Hercílio Luz.

Assim disse Álvaro: “Foi um grupo de rapazes que atuou diretamente, como o Juca Melo, Artur Melo, Renato Moellmann, Mário Silva. Com ele se levantou a bandeira contra o Felipe Schmidt e Lauro Muller, a bandeira do Partido Republicano”.

Em meados de 1922 Álvaro pertencia ao Sindicato de Estivadores de Florianópolis e era considerado um anarquista veterano.

Seu companheiro de luta, Edgard Leuenroth editava um periódico que era impresso em papel de seda para, caso a polícia detivesse algum companheiro, o texto seria engolido. Através de Álvaro o panfleto era distribuído na Ilha.

Álvaro teve envolvimento também na Revolução de 1930. Agitava o povo mesmo sem arma e de pés descalços. Com os movimentos iniciados no Rio Grande do Sul e cidades de Santa Catarina, subindo para outros estados, Getúlio Dornelles Vargas toma o poder.

Sempre dedicado ao trabalho mesmo tendo atividade paralela na política, Álvaro narra uma passagem de sua vida.

Eu era católico e professava o catolicismo. Fui irmão da Irmandade do Senhor dos Passos, no Hospital de Caridade. Ajudava a fabricar caixão de defunto, consertar canos de água e outros serviços. Os senhores Brando e Faraco um dia ofereceram dois operários em troca do meu afastamento, porque era comunista. Mas as Irmãs disseram que não sabiam que eu era comunista, mas sabiam que o senhor Ventura servia bem. Se à meia-noite faltava água, o senhor Ventura ia consertar o cano.

Mas quando fui eleito deputado e fiz minha confissão de fé comunista, me expulsaram da Irmandade. Apesar disso eu continuei a lutar dentro do Partido contra o ateísmo, por entender que isso dificultava o povo a se aproximar do movimento revolucionário. Tinha muitas discussões com elementos do Partido, mas nunca se levava aos congressos, pois antes de tudo se evitava o conflito que pudesse culminar com a dissolução da organização.” (p.21)

Álvaro (esquerda) na redação do jornal A Noite. Reprodução: Marco cezar

Deputado

Sua atuação no sindicalismo em Florianópolis foi muito dinâmica e o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, com base regional, sempre foi o mais forte. Reivindicavam o salário-mínimo apresentando tabela de valores para pagar carpinteiro, marceneiro, torneiro, pintor, servente e canteiro. Os esforços deram, em parte, resultados positivos tendo o prefeito de Florianópolis, Durval Melquíades de Souza assinado a Resolução n. 57 que estendia o pagamento para guarda-jardins, empregados da limpeza pública, conservadores de rua e operários em geral.

Trabalhadores organizados em sindicatos sempre foram “uma pedra no sapato” do poder público, e em Florianópolis o caso não fugia à regra. Depois do Sindicato da Construção Civil, foi a vez da organização do Sindicato dos Padeiros que fizeram a sua primeira greve em 1931, tendo sido vitoriosa ao mudar o sistema de horas de trabalho.

Outras greves se sucederam a partir de 1934 com os sindicatos dos carroceiros; dos ferroviários e o dos trabalhadores em hotéis, restaurantes e congêneres. Com o sucesso nas reivindicações, muitos proprietários de restaurantes passaram a trabalhar com a tabela de pagamento do sindicato.

Deputado Ventura, 1934. Foto: Jornal A Noite. Reprodução: Marco Cezar

Em 1934 assumiu como Deputado Classista, uma cadeira na Câmara Federal de Deputados.

Álvaro era suplente de Antonio Pennaforte que havia sido eleito pelo Partido Operário Socialista de São Francisco do Sul. Antonio se envolveu em um triângulo amoroso com Odete, casada com Leonel Augusto de Azevedo, comerciante de secos e molhados. Odete incentivou o romance, mas em dado momento, não quis mais saber de Antonio e o denunciou à Polícia por assédio. Antonio compareceu ao Distrito Policial, deu seu testemunho e dali partiu para o estabelecimento comercial do marido de Odete, para tirar satisfações com a traidora, no seu entender. No auge da discussão Antonio, que estava armado, deu um tiro para o alto. Odete, apavorada com a situação, sacou o revolver colt do marido e desfechou cinco tiros em Pennaforte. A mulher foi presa e liberada com a alegação de legítima defesa.

Assim, Álvaro assumiu a cadeira.

Nove anos depois, em 1943, Álvaro foi indicado para a secretaria-geral do Partido Comunista Brasileiro, ficando até 1945, quando entregou o cargo para Luis Carlos Prestes.

Com Jorge Amado em mesa-redonda no jornal Folha Carioca em 1945. Foto: Folha Carioca. Reprodução: Marco Cezar

Álvaro Ventura, retornando de seus trabalhos na Câmara Federal, teve contato com os principais líderes do movimento sindicalista em Florianópolis José Rodrigues da Fonseca, Antonio Vieira Machado e Octávio Britto.

De 15 a 18 de setembro de 1934, em Itajaí, foi realizado o I Congresso Proletário de Santa Catarina, dirigido por Leandro Machado. Álvaro foi um dos participantes e no encontro foram apresentadas 45 teses reivindicatórias de todos os principais municípios catarinenses.

Outros congressos se sucederam e o IV Congresso do PCB em 1954 foi tido como uma farsa. Não teve a presença de Luis Carlos Prestes. No geral, o congresso ratificou a linha que vinha sendo seguida desde 1948, reforçada com o Manifesto de Agosto de 1950.

Moscou

O ano de 1954 marcou o suicídio de Vargas, pressionado por movimento que envolveu Carlos Lacerda.

Momentos

O Partido engajou-se na campanha para a eleição de Juscelino Kubitschek, no pleito de 1955. Nessa época, com mais de 60 anos, Álvaro embora cansado da militância política, ainda mantinha acesa a chama da incredulidade ante a injustiça social.

Juscelino foi eleito, depois foi a vez de Jânio Quadros e finalmente, o golpe de 1964.

Eliza faleceu em 1969 e Álvaro mudou-se para a praia da Armação, em Florianópolis. Às vezes visitava a antiga sede do Sindicato da Estiva, no centro, que havia ajudado a construir. O terreno havia sido conseguido por seu irmão, João Bernardo, que era ligado à época ao governador Hercílio Pedro da Luz. Visitava a loja de sua enteada Aída e o marido Rubens Lira: “A Exposição”.

Por causa da idade, em 1975, Álvaro ficou de fora da Operação Barriga Verde em que 42 comunistas do estado foram presos.

Sua vida na praia da Armação era um tanto solitária. A visão já não o estava ajudando. A enteada Aída ia sempre visitá-lo, até que um dia, do ano de 1982, percebendo a fragilidade de Ventura, chamou o filho que o levou para Curitiba. O artista plástico Expedito Rocha, sabendo do problema de visão de Álvaro, mobilizou os companheiros e Álvaro foi enviado a Moscou para operação da catarata. Foi acompanhado pelos estudantes Rogério Figueiredo e Nildo José Martins que iriam estudar por seis meses no Instituto Lênin.

Álvaro Ventura na Armação (Florianópolis-SC) em 6.7.1979. Foto: Sérgio Rosário

Na viagem, escolheu um lugar à janela para olhar o mundo lá de cima. Pensou em sua mãe, Jesuína, falecida em 1937, a qual não pode visitar no hospital por estar preso. Nereu Ramos, interventor no Estado, não permitiu que ele saísse da prisão para ver sua mãe que tanta preocupação tinha para com ele. Quando ela estava sendo velada é que veio a autorização para ele comparecer no sepultamento, que havia falecido com esclerose múltipla nas pernas. Disse: “Agora não quero. Preferia tê-la beijado viva”. Lembrou dos atritos que tinha com a esposa Eliza e da sua eterna preocupação que a militância política deixava, principalmente em Partido de esquerda que foi sempre perseguido pela situação de direita que existia no país.

João, o filho de Ventura, fez concurso para exator de rendas federais, passou, mas nunca foi chamado para exercer o cargo. Até que um dia resolveu ir a Brasília, cobrar do ministro. Bem no dia anterior ao golpe de 64. Resultado: com o sobrenome VENTURA, todas as portas foram-lhe fechadas. A perseguição foi ampliada para outros parentes de Álvaro, os quais no final da década de 30 e principalmente nos anos 40 foram levados a excluir este sobrenome, preferindo outros, como SOARES.

Álvaro na Armação (Florianópolis-SC) em 12.5.1981. Foto: Tarcísio Mattos

Adeus

No retorno ao Brasil, após a operação que foi bem sucedida, resolveu ir morar com o filho em Curitiba. Mais tarde ganhou um quarto na casa do neto Roberto Brumow Ventura, no bairro Cascatinha.

Mesmo não tendo sido elevado ao Hall da Fama, Álvaro recebeu homenagens em vida, com o reconhecimento de mais de 47 anos dedicados à militância política.

Desde o instante em que uma pessoa ingressa numa agremiação, seja ela política ou não, tem que seguir as normas. Assim também não foi diferente com Álvaro. Ciente do seu papel, homem de idéias firmes, sempre fez valer a sua palavra, desconfiando de quem se chegava a ele oferecendo parceria. Sabia que em troca queriam algo. Tinha por norma não citar nomes e nem se lembrar deles para, caso fosse preso, não denunciar, pela tortura, o nome dos companheiros. Embora tenha sido preso várias vezes, jamais delatou um companheiro, pois não sabia o nome de ninguém.

Álvaro esteve ao lado de grandes líderes sindicais e conheceu, na sua luta política, muitos homens públicos que passaram à história catarinense e brasileira. A lista é grande, citamos, no entanto, Aristiliano Ramos, Luiz Carlos Prestes,

Ventura na Armação (Florianópolis-SC) em 12.5.1981. Foto: Tarcísio Mattos

Hipólito Pereira, Fulvio Aducci, Hercílio Pedro da Luz, Othon Gama d´Eça, Antonio Bottini, Carlos Sada, Mimo Ribeiro, Expedito Rocha, Sebastião Vieira, Durval Melquíades e tantos e tantos que lutaram em prol de uma sociedade digna.

A luta continua nos dias atuais, pois na sociedade capitalista em que vivemos, sempre haverá patrões e empregados, opressores e oprimidos, mas aquele que não teme, luta contra as injustiças e até com a vida paga se preciso for, para dar às gerações futuras condições melhores de vida.

Embora Álvaro não tenha tido seu nome escrito nos livros da história oficial de seu estado natal, para nós, seus descendentes, ele deixou um exemplo de honestidade e fé inquebrantável na justiça.

No dia 10 de julho de 1989, aos 96 anos, deixando filho, netos e bisnetos, Álvaro deu adeus ao mundo que ele acreditava que um dia iria melhorar.

Texto de Maura Soares com bibliografia de apoio:

MARTINS, Celso. Os comunas – Álvaro Ventura e o PCB catarinense. Florianópolis: Paralelo 27;

Fundação Franklin Cascaes, 1995. (Subtítulos inseridos na edição)

*Nasceu no dia 7.1.1943, em Florianópolis – SC. Autora teatral, com cerca de 30 peças. Integra o Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Grupo de Poetas Livres e Academia Desterrense de Letras. Saiba mais sobre Maura Soares no site do Grupo de Poetas Livres.

Fonte: http://www.daquinarede.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1476:as-origens-de-alvaro-e-dos-ventura&catid=48:capa&Itemid=75

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