Araranguá também resiste às reformas de Temer

18121905_1430169930337594_2916423557935412301_opor Rodrigo Lima*

O Brasil encontra-se diante uma das maiores crises de sua história, com graves desdobramentos na economia, na política e na sociedade. O período de recessão econômica, que já dura dois anos, e que está longe de ser resolvida, afeta principalmente e de forma direta os setores mais pobres e a classe trabalhadora. A miséria e o desemprego vem crescendo de maneira alarmante. Para se ter uma ideia, o país conta hoje com mais de 14 milhões de desempregados. Entre os jovens esse quadro é ainda mais dramático, 25% dos jovens entre 18 e 24 anos não conseguem emprego.
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NOTA SINTE/SC – UNIDADE CLASSISTA

Os ataques à classe trabalhadora não tem fim. O ilegítimo governo Temer (PMDB/PSDB) segue sendo alvo de denúncias gravíssimas e com apoio dos setores que assaltam nossos direitos (uma verdadeira quadrilha está no poder) e querem destruir qualquer possibilidade futuro. Os dois conjuntos de ataques, a reforma trabalhista e a reforma da previdência pública nos afetam diretamente e toda a classe trabalhadora e os mais pobres, continuam na pauta de votação, com total apoio dos setores empresariais, da mídia, de toda burguesia ( FIESC, CNI, FeComercio, Rede Globo, RBS, etc. ). Continuar lendo

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PCB REORGANIZADO EM JOINVILLE: AVANÇA A RECONSTRUÇÃO REVOLUCIONÁRIA EM SC

WhatsApp Image 2017-06-24 at 20.20.58Joinville
E o partido volta
à terra mais proletária
das catarinas.
Éramos Schultz,
agora Henriques, Marias,
agora Carinas.
Camaradas do mesmo suor vermelho
e a garra feita de sangue.
Voltamos
porque nossos sonhos não terminam.
E o partido renasce
em terra de flores
e de trabalhadores.
Robson Ceron

No dia 24 de Junho de 2017, mais de 25 anos depois o PCB volta a estar organizado na principal cidade catarinense. Joinville é o principal centro operário de SC e dos mais importantes do Brasil, constitui-se num do principais polos metal-mecânico.

Cidade que tem a luta de classes de forma aberta, sempre com gestores vinculados aos empresários, quando não são os próprios empresários que a administram.

A reorganização do PCB em Joinville é mais um importante passo para a consolidação de nossa organização em Santa Catarina, e se dá como parte do processo de Reconstrução Revolucionária. Processo que se iniciou em 1992 e que segue firme em todo o Brasil.

Isso é mais significativo quando estamos em processo tão profundo de ataques aos trabalhadores, como os que vivemos sob a égide do ilegitimo Governo Temer, e que temos a necessidade de preparar e organizar a resistência dos trabalhadores para que possamos derrotar as reformas trabalhista e previdenciária.

O PCB em Joinville estará ao lado de todas as lutas em prol da classe trabalhadora, no combate a todas as formas de opressão, na defesa dos direitos da juventude, e no apoio incansável aos movimentos populares em luta por melhores condições de vida e de enfrentamento ao capital.

É Força, Ação! Aqui é o Partidão!

De Norte a Sul e no País Inteiro,

Viva o Partido Comunista Brasileiro!

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Colombo e o Capital: as negociações corruptas dos capitalistas com o governo catarinense

Nota política do Comitê Regional do Partido Comunista Brasileiro de Santa Catarina

A conjuntura é das mais duras para os trabalhadores no Brasil, com uma quadrilha administrando o país e o Congresso Nacional e com o Judiciário agindo como garantidor de todas as medidas anti-povo que vem sendo aplicadas.

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As delações da JBS atingiram também o governo de SC, expondo a realidade de um governo que dizia ser símbolo de boa gestão. As delações custaram o cargo do secretário da fazenda, Antonio Gavazzoni, mesmo com toda a blindagem midiática que o governador Raimundo Colombo tem.

O governo Colombo (PSD) realizou o ajuste fiscal antes do governo federal, pois vem sistematicamente retirando direitos dos servidores estaduais e precarizando suas condições de vida. Foi também este governo que entregou a gestão dos Hospitais públicos às OS’s (privatização mascarada) e que tem levado a cabo toda a reorganização escolar, fechando diversas escolas no estado.

Soma-se a tudo isso os bilhões de reais em isenções para as grandes empresas, que só comprovam o real caráter de classe burguesa desse governo.

De fato, as delações da Odebrecht e da JBS só demonstram a relação umbilical entre lideranças políticas do estado e os capitalistas, tudo em prejuízo do povo catarinense. O que também está em jogo é a manutenção da CASAN e da CELESC como empresas públicas, pois como demonstram as delações, estas são usadas como moeda de troca nas “doações” eleitorais (na verdade empréstimos, cobrados com juros e correção monetária) dos grandes empresários ao Colombo e a diversos partidos da ordem, dentre eles PSDB e PT.

Isso tudo mostra a falência do regime político vigente, que governa para o grande capital e não pode nem quer atender as necessidades de nosso povo. Nós do PCB entendemos que somente com a luta organizada dos trabalhadores é que poderemos nos livrar desses corruptos e construir uma real alternativa emancipatória para o nosso povo.

Fora Governo Entreguista e Corrupto, Fora Colombo!

Lutar, Criar, Poder Popular!

 

 

 

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Nota de solidariedade ao estudante Vitor Rodrigues Fregulia

Abaixo à repressão policial e ao governo corrupto e golpista!

O dia 24 de maio está marcado na história como um dia de resistência e luta da classe trabalhadora e da juventude brasileira. O movimento Ocupa Brasília, que reuniu mais de 150 mil pessoas na Capital Federal, enfrentou nas ruas o governo golpista de Michel Temer e foi duramente reprimido. A violência policial chegou a um estágio alarmante: armas letais foram utilizadas contra manifestantes, um aparato de guerra foi montado na esplanada dos ministérios e o saldo negativo foram dezenas de lutadores e lutadoras sociais feridos. O dia também foi marcado pela promulgação do decreto assinado pelo golpista Temer convocando as Forças Armadas, para “garantir a lei e a ordem” em Brasília. Continuar lendo

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Cotas Raciais Não Bastam!

Nota sobre a situação dos negros cotistas na UFSC.

Por Coletivo Negro Minervino de Oliveira – Florianópolis18588829_1674235596217847_7935174575134132452_o

A ampliação de vagas nas universidades públicas brasileiras é fruto de um projeto arquitetado pelo capital para maquiar uma falsa inclusão e expulsar os filhos da classe trabalhadora pela porta de trás deste espaço. Este é um dos aspectos da precarização do ensino público, que engloba muito mais faces como a privatização, a falta de políticas de permanência, os monopólio da educação e a produção de ensino, pesquisa e extensão que não dialoga com as necessidades materiais da classe trabalhadora.

Apesar de um dos motivos chave desse processo ser o fato de que este é o projeto de educação historicamente desenvolvido pelo capital e que funciona para manutenção da ordem dominante, é impossível negar o papel dos governos petistas no incremento de uma política de conciliação de classes e venda da educação pública para a iniciativa privada. Exemplo destas práticas são o fortalecimento de políticas como FIES e PROUNI, em detrimento do investimento nas políticas de permanências nas universidades federais.

Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que em 2016 aderiu ao SISU como uma das formas de ingresso, a permanência dos estudantes encontra-se cada vez mais precarizada e atende uma pequena parcela. As barreiras já começam na própria formulação e aplicação do cadastro socioeconômico (necessário para acessar as políticas de permanência) e acaba por se tornar uma “competição para ver quem é o mais pobre”. A adesão ao SISU deveria fazer com que a quantidade de vagas de bolsas e moradia se tornassem maior, dado que essa mudança favorece o ingresso de estudantes com vulnerabilidade socio economica e a vinda de estudantes de outros estados, os quais precisam de uma boa estrutura para permanência, a qual a universidade não oferece.

Mais difícil ainda é a permanência de estudantes que ingressam com cota racial e de baixa renda renda. Só no último SISU foram 955 vagas* para estes, sendo que a moradia da universidade só possui 153 vagas* para os graduandos e no atual semestre apenas sete vagas de ingresso foram abertas*. Levantamos aqui o questionamento: onde ficarão todos esses 955 alunos?

São diversos os relatos de estudantes que vieram para a UFSC através do SISU e estão voltando para suas cidades de origem devido aos empecilhos dados pela ausência de políticas de permanência eficientes, o que se acentua em casos onde o curso tem uma grade horária que impede que estes trabalhem.

Esse problema não é só resultante do governo ilegítimo de Temer que com a aprovação da PEC 241/55, que limita os gastos com áreas essenciais como educação por vinte anos, mas sim algo que tem sua raiz nas contradições do capitalismo. As iniciativas de ampliação do acesso ao ensino superior dadas durante os governos de Lula e Dilma, como o REUNI*, aliadas à Lei de Cotas são também fatores que influenciaram na formação da conjuntura em que se insere a universidade pública atualmente.

Nós do Coletivo Negro Minervino de Oliveira e da União da Juventude Comunista apoiamos criticamente a Lei de Cotas* por termos o entendimento de que é extremamente necessária a inserção da população negra no ensino superior, assim como em todos os espaços nos quais estas vêm sido historicamente excluídas, mas apontamos as limitações desta, que por não mudarem a condição material desses estudantes se tornam medidas paliativas sem a assistência necessária para a permanência. Além disso, entendemos que a inclusão de indivíduos não é o que vai nos emancipar enquanto negros, mas sim a inclusão de todos, a qual não se dará dentro do sistema capitalista.

A solução para o problemas que circundam a universidade pública é a criação de um projeto de educação que vá em direção contrária aos interesses da classe dominante por meio de uma universidade que entenda como prioritário o acesso, a permanência e a produção do conhecimento para e com o povo. Lutamos pelo acesso universal ao ensino superior e por uma universidade popular que, assim como o fim do racismo, essa não se dará em meio às contradições do capital.

“Negros que escravizam
e vendem negros na África
não são meus irmãos.
Negros senhores na América
a serviço do capital
não são meus irmãos.”

* http://sisu2017.ufsc.br/files/2017/01/RN-39-CGRAD-sisu2017.pdf
* http://prae.ufsc.br/moradia-estudantil-e-auxilio-moradia/
* http://prae.ufsc.br/files/2017/03/Edital-08-2017-Processo-seletivo-para-vagas-na-moradia-estudantil-2017.1.pdf
* http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6096.htm
* http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/decreto/D7824.htm


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Nota de Solidariedade a Adilson Mariano! Contra a perseguição política aos lutadores!

Não nos estranha que o Governo de SC, liderado por Colombo (PSD) continue a perseguir trabalhadores, ao contrário, essa tem sido a tônica de sua política, promover ataques ferozes aos direitos dos trabalhadores e perseguir aqueles que se posicionarem contra essas medidas.

O alvo da vez, é o Professor da Rede Estadual de Educação, Adilson Mariano, que é militante da Esquerda Marxista e que foi vereador pelo PSOL até dezembro de 2016 em Joinville. Como é professor efetivo da rede, teve de se afastar para exercer o mandato e agora não consegue retornar ao trabalho por entraves burocrático, que sabemos serem meras desculpas para que não retorne ao trabalho.

Diante disso, nós do Partido Comunista Brasileiro somos solidários ao companheiro Adilson Mariano e repudiamos o processo de perseguição promovido pelo governo do estado de SC.

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Comitê Regional do Partido Comunista Brasileiro – Santa Catarina

https://www.facebook.com/pcbsantacatarina/

 

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